A Reconstrução da Identidade na Internet

“Um sistema de redes em rápida expansão, conhecido colectivamente por Internet, liga milhões de pessoas em novos espaços que estão a alterar o modo como pensamos, a natureza da nossa sexualidade, a organização das nossas comunidades e até mesmo a nossa identidade” (Sherry Turkle)

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quarta-feira, julho 30, 2008

Vem aí o Estado da Blogosfera 2008

Os resultados do Estado da Blogosfera 2008 serão divulgados em Setembro pela Technorati. Entretanto, pede-se a colaboração dos bloggers para dizerem como blogam.

O survey
Technorati has been tracking the Blogosphere for the past several years through our State of the Blogosphere study. This year we have decided to expand our study beyond the sheer size and characteristics of the blogosphere in order to hear more from you, the bloggers. How, when and why are you blogging? Is this a side business, full time job or something you do for fun? Our goal is to analyze the growth of the field as well as understand the people who make the space tick. Help us and join the study of the ongoing global conversation!

Click here to take the survey! http://v2.decipherinc.com/survey/mmc/mmc08001

We hope you will find this survey enjoyable. It should take just 15-20 minutes of your time, and your responses are entirely confidential.

The Technorati Team
http://technorati.com/

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terça-feira, julho 29, 2008

Redes sociais dentro e fora do ecrã

Quando acedemos a uma rede social ou ao IM, temos uma série de amigos ou contactos que podemos interpelar, nomeadamente se procuramos uma informação. Qualquer um pode responder, mesmo que não esteja próximo ou não o conheçamos bem.

Contudo, como funciona uma estratégia semelhante fora do ecrã, por exemplo num contexto profissional? A quem vamos interpelar? Que rede é formada com a organização e execução das tarefas da sua equipa de trabalho? Um estudante do MIT apresentou uma modalidade alternativa para estudar a interacção de grupos designada reality mining.

O artigo
Real-World Social Networks vs. Facebook 'Friends'
By Clive Thompson 07.21.08

Benjamin Waber has a grim piece of news for managers and CEOs: You're out of the loop.
Waber, a PhD student in MIT's Human Dynamics Group, studies the way groups interact socially — based on who's talking to whom. But unlike most social scientists, who simply ask people about their behavior, Waber and his colleagues measure it. They outfit employees with special badges that work with base stations to log all conversations between employees, including location and duration. With this data, Waber's team can plot exactly how information flows inside a firm.

Almost every time he analyzes a group, Waber discovers that the super-connector — the crucial person who routes news among team members — isn't the manager. "The manager is almost always peripheral," Waber says. "It's some random guy." And that person is usually overworked and overstressed. He isn't given enough support to fulfill his role, because nobody in the firm knows he's doing it in the first place. If you study the org chart, the higher-ups are in control. But if you study reality, those same managers barely know what's going on.

This type of research has evolved into a new field called reality mining. By tracking people using location-aware devices like mobile phones or electronic badges, scientists are revolutionizing our understanding of how social networks function.

in Wired.com - Tech Biz

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domingo, julho 27, 2008

A leitura na era digital

Recentemente fiz um trabalho sobre os hábitos de leitura dos portugueses e interroguei-me pessoalmente sobre esta questão de qual o papel e o lugar da leitura na era da Internet e das mensagens escritas. Gostei das respostas que obtive, mas parte de mim receia que o prazer da leitura de um bom livro possa passar a ser descoberto mais raramente. Agora quem levanta mais questões sobre o tema são especialistas americanos.

O artigo
Literacy Debate: Online, R U Really Reading?
By MOTOKO RICH
Published: July 27, 2008

BEREA, Ohio — Books are not Nadia Konyk’s thing. Her mother, hoping to entice her, brings them home from the library, but Nadia rarely shows an interest.

Instead, like so many other teenagers, Nadia, 15, is addicted to the Internet. She regularly spends at least six hours a day in front of the computer here in this suburb southwest of Cleveland.

A slender, chatty blonde who wears black-framed plastic glasses, Nadia checks her e-mail and peruses myyearbook.com, a social networking site, reading messages or posting updates on her mood. She searches for music videos on YouTube and logs onto Gaia Online, a role-playing site where members fashion alternate identities as cutesy cartoon characters. But she spends most of her time on quizilla.com or fanfiction.net, reading and commenting on stories written by other users and based on books, television shows or movies.

Her mother, Deborah Konyk, would prefer that Nadia, who gets A’s and B’s at school, read books for a change. But at this point, Ms. Konyk said, “I’m just pleased that she reads something anymore.”

Children like Nadia lie at the heart of a passionate debate about just what it means to read in the digital age. The discussion is playing out among educational policy makers and reading experts around the world, and within groups like the National Council of Teachers of English and the International Reading Association.

in The New York Times - Books

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sábado, julho 12, 2008

Empresas (ainda) não apostam nas redes sociais

Será que um negócio pode beneficiar do Facebook, MySpace ou Hi5? Segundo investigadores de uma empresa de tecnologias da informação, a Gartner, a resposta é afirmativa.


O artigo
Firms 'miss' social site success

By Maggie Shiels Technology reporter, BBC News, Silicon Valley

Businesses are missing out on the huge potential that social networks present, a leading information technology company has warned.

Researchers for Gartner found that huge opportunities for improving the management of large firms exist.

"Businesses which harness how employees use these sites stand to increase savings, productivity and profits," said Gartner researcher Jeffrey Mann.

in BBC News - Technology

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Portugueses passam mais tempo no Hi5

A rede social Hi5 liderou, no primeiro semestre de 2008, o número de páginas visitadas e o tempo despendido na Internet pelos portugueses.


O artigo

Segundo os dados do estudo Netpanel da Marktest, foi ao domínio hi5.com que os portugueses dedicaram mais tempo no primeiro semestre de 2008, quando navegaram na internet a partir de casa.
Audiências de Internet (universo de 2006), Marktest.com, 10 Julho 2008

Entre Janeiro e Junho de 2008, foram 2 938 mil os residentes no Continente com 4 e mais anos que navegaram na internet a partir de casa, um valor que corresponde a 97.2% dos internautas nacionais.

Nesse período, visitaram mais de 21,4 mil milhões de páginas, uma média de 7287 páginas por utilizador. Em páginas, o valor esteve 13.6% acima do contabilizado no mesmo semestre de 2007.

No primeiro semestre de 2008 os portugueses dedicaram à internet perto de 199 milhões de horas, mais 9.9% do que no semestre homólogo do ano anterior. Cada português dedicou ao meio mais de 22 minutos por dia.

Neste primeiro semestre, o domínio google.pt liderou em número de utilizadores únicos, com 2751 mil visitantes, seguido do sapo.pt e do live.com. Em páginas visitadas, a liderança foi do hi5.com, com perto de 3,6 mil milhões, seguido do travian.pt e do google.pt. O hi5.com liderou ainda em tempo despendido, com quase 21 milhões de horas, seguido do youtube.com e do sapo.pt. Já em tempo despendido por utilizador, são sobretudo sites de jogos a liderar, com a lista encabeçada pelo travian.pt, com 17 horas e 37 minutos no semestre, seguido do runescape.com e do hi5.com.

in Markest.com - Audiências de Internet


O gráfico

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quarta-feira, julho 09, 2008

A web semântica

O futuro da Internet é, na opinião de Tim Berners-Lee, a web semântica. Numa entrevista à BBC Radio, o criador da World Wide Web (WWW) explica como funciona esta nova rede de informação, onde qualquer utilizador por colocar à disposição de outros os documentos que tem no seu computador. Para Berners-Lee, trata-se de simplificar tarefas na web, tornando-as mais eficazes e rápidas. Em segundos, uma pessoa poderá, por exemplo, procurar um médico, marcar uma consulta e verificar se essa é abrangida pelo seu seguro de saúde.

O áudio
What is the future of the internet?

in BBC Radio - Today

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