A Reconstrução da Identidade na Internet

“Um sistema de redes em rápida expansão, conhecido colectivamente por Internet, liga milhões de pessoas em novos espaços que estão a alterar o modo como pensamos, a natureza da nossa sexualidade, a organização das nossas comunidades e até mesmo a nossa identidade” (Sherry Turkle)

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segunda-feira, março 03, 2008

O "oásis" digital

Trocar fotografias como amigos ou familiares ou visitar sites favoritos pode representar uma espécie de "oásis" digital no quotidiano profissional das mulheres, conclui um estudo realizado pelo neurocientista David Lewis, da Mind Lab International, a pedido da HP. Resta saber quais os efeitos no sexo oposto.

O artigo
Visitar sites preferidos ajuda a reduzir stress nas mulheres

Saiba que bastam apenas 10 minutos a criar um oásis digital de «tempo para si» para ajudar a reduzir o stress nas mulheres e aumentar o raciocínio e a produtividade. A conclusão é de um estudo recente levado a cabo pelo neurocientista David Lewis da Mind Lab International e solicitado pela HP.
O estudo em questão examinou a influência que o «tempo digital» tem no bem-estar das mulheres de diferentes nacionalidades europeias.
Os resultados destacam que um pequeno escape pessoal na Internet, como trocar fotografias
com amigos e família, navegar em websites favoritos, ou qualquer outra diversão online, reduz o stress, baixa o ritmo cardíaco e permite que o cérebro trabalhe com menor esforço e maior eficiência.
«Os computadores podem oferecer um escape digital, onde é possível encontrar um sentido de comunidade online», referiu Luciana Broggi, vice-presidente de marketing para a área do Grupo de Sistemas Pessoais, da HP EMEA.
«Gastar apenas 10 minutos por dia a navegar em sites favoritos na Internet, mesmo que seja no ciberespaço, confere benefícios emocionais e intelectuais consideráveis,» acrescenta o Lewis.
«Ter tempo para si reduz tensões físicas, dimuniu o stress e permite um melhor desempenho em tarefas mentalmente mais exigentes-não pensando muito, mas sim pensando melhor.»

in Agência Financeira

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segunda-feira, janeiro 21, 2008

Tecnologicamente mais perto do que é importante

Apesar da Internet e outros novos media diminuirem as distâncias, Tim Harford disserta sobre como as tecnologias nos aproximam sobretudo de quem está mais perto, porque a interacção face-a-face continua a ser fundamental no quotidiano.

O artigo
How Email Brings You Closer to the Guy in the Next Cubicle
By Tim Harford 01.18.08 6:00 PM

As a columnist (which is fancy for "journalist in jammies"), I ought to personify the conventional wisdom that distance is dead: All I need to get my work done is a place to perch and a Wi-Fi signal. But if that's true, why do I still live in London, the second-most expensive city in the world?
If distance really didn't matter, rents in places like London, New York, Bangalore, and Shanghai would be converging with those in Hitchcock County, Nebraska (population 2,926 and falling). Yet, as far as we can tell through the noise of the real estate bust, they aren't. Wharton real estate professor Joseph Gyourko talks instead of "superstar cities," which have become the equivalent of luxury goods — highly coveted and ultra-expensive. If geography has died, nobody bothered to tell Hitchcock County.

in Wired

A paráfrase
"Harvard economist Ed Glaeser, an expert on city economies, argues that communications technology and face-to-face interactions are complements like salt and pepper, rather than substitutes like butter and margarine."

A citação
"It found that email's real value isn't in communicating with Kuala Lumpur but with Betsy in the next cubicle."

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